quinta-feira, 10 de março de 2011

Do amor:

Amor com amor se paga
Amor, a quanto obrigas.
Amor primeiro não tem companheiro.
Amor da praia fica enterrado na areia.
A Lua e o amor quando não crescem diminuem.
O amor não se concerta com desigualdades.
Ama ao bom para que te ame, e ao mau, para que não te difame.
Arrufos de namorados são amores dobrados.
A amar e a rezar, ninguém se pode obrigar.
Amor ausente, amor para sempre.
O amor exalta, a admiração é muda.
Casamento, apartamento.
Casamento e mortalha, no céu se talha.
Casamento rápido, arrependimento longo.
Casamento molhado, casamento abençoado.
Depois do casamento, vem o arrependimento.
Casarás e amansarás
De amor que não convém, vem o mal e nunca o bem.
Homem apaixonado, não admite conselhos.
Julgam os namorados que todos têm os olhos fechados.
Lágrimas de noiva são como chuva, alegra e não dura.
Mãos frias, coração quente, amor para sempre.
Mal finge quem quer bem.
Noivado prolongado, casamento desmanchado.
No amor e na guerra vale tudo.
Não há amor como o primeiro, nem luar como o de Janeiro.
O primeiro suspiro de amor é o último de sabedoria.
O amor cria o mundo, o dever governa-o.
O amor e a morte vencem o mais forte.
O homem deseja, a mulher ama.
Onde manda o amor não há outro senhor.
O amor faz passar o tempo e o tempo faz passar o amor.
Onde há amor, há dor.
O amor é eterno enquanto dura.
O amor é como um passarinho, não aceita gaiola.
O amor e o poder não querem sócios.
O amor e a tosse não podem ser escondidos.
Para onde pende o coração, para aí vai a razão.
Quem casa quer casa.
Quem o feio ama, bonito lhe parece.


Sem comentários:

Enviar um comentário